Fiscalização apreende 800 kg de carne de cavalos em abate clandestino no interior de MG
Carne de cavalos é apreendida em abate clandestino em Campo Belo Uma fiscalização apreendeu cerca de 800 quilos de carne de abate clandestino na manhã desta...
Carne de cavalos é apreendida em abate clandestino em Campo Belo Uma fiscalização apreendeu cerca de 800 quilos de carne de abate clandestino na manhã desta quinta-feira (5), na zona rural de Campo Belo (MG). Segundo a Polícia Militar de Meio Ambiente, a ação ocorreu em uma área de desmate, onde os militares encontraram indícios de abate ilegal de equídeos, como cavalos. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Carne imprópria para consumo é apreendida em fazenda na zona rural de Campo Belo, MG Polícia Militar de Meio Ambiente Conforme a PM, durante diligências na fazenda foram localizados restos de animais espalhados pelo local, como cabeças, cascos, carcaças, sangue e vísceras, descartados de forma indevida, sem qualquer controle ambiental ou sanitário. Em cinco freezers, os policiais encontraram a carne já embalada, que possivelmente seria comercializada. Fiscais do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e da Vigilância Sanitária estiveram no local e constataram as condições insalubres, determinando a apreensão e o descarte de toda a carne. A perícia técnica da Polícia Civil também foi acionada para os trabalhos de investigação. Abate clandestino de animais é alvo de fiscalização em Campo Belo, MG Polícia Militar de Meio Ambiente De acordo com a PM de Meio Ambiente, abates realizados nessas condições provocam sofrimento aos animais, devido ao uso de métodos cruéis, além de resultarem em carne considerada imprópria para consumo, por não seguir normas sanitárias. O suspeito de ser o responsável pelo local foi identificado. Segundo a polícia, ele é reincidente nesse tipo de prática, mas não foi encontrado. Ele poderá responder por crimes ambientais, como poluição e maus-tratos a animais, além de crimes contra as relações de consumo. Somadas, as penas podem ultrapassar 10 anos de prisão. Ao g1, a Polícia Civil informou que investiga o caso e que outras informações poderão ser repassadas com o avanço das diligências. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas